adoro!

O Adoro cresceu e agora além dos posts você vê aqui as imagens da galeria, fotos do Instagram e vídeos do nosso YouTube. É só escolher as categorias e se inspirar.

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Coloque flores nos cabelos, se jogue solta, sem lenço nem documento, no meio do mato, num campping em frente ao palco ou longe, mas com um sorriso no rosto, deixando a música e a brisa entrar.

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Se até hoje um festival de música é uma ilha da fantasia com zilhões de pessoas reunidas ouvindo suas bandas preferidas, curtindo a onda, fazendo paz e amor… devemos a um festival ideológico e ao mesmo tempo real.

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Aconteceu em agosto de 1969. Quando o homem pisava na lua, 500 mil pessoas pisavam no gramado de Bethel no estado de NY, que esperava cerca de 50 mil pessoas pra um tal de festival Woodstock.

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O convite era pra dois dias de música e paz – e o que mais a gente precisa? Bem, lá tinha! Tinha amor, uma vibe deliciosa, alguns dos maiores mitos musicais da década (e da história), acampados, vivendo de liberdade sexual, psicodelia e paz.

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Um delírio coletivo que marcou a história e é repetido até os dias de hoje, quase à exaustão, na verdade, em festivais ao redor do mundo inteirinho.

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Sim, o Coachella, o Burning Man, o Primavera Sound, pode citar qualquer um, o que todos tentam é repetir a áurea do movimento que tentou revolucionar o mundo através da paz e do amor.

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E se um festival ainda não conseguiu captar um momento mítico como aquele Agosto de 69 da Era de Aquário, que a gente faça com que o próximo que seja inesquecível.

Peace and Love! ♥

galeria – cary fagan

São frias, são calientes, são oníricas, são belas, são definitivamente íntimas. Assim são as imagens do fotógrafo americano Cary Fagan, elas são uma pintura íntima das mulheres que ele fotografa, e de todas as mulheres cheias de delicadeza e força, fragilidade e poder – como somos todas nós.

Suas imagens são todas feitas com filmes, ele gosta de luz natural, sem filtro, do efeito analógico da vida real. Na natureza remota ou no meio de uma grande cidade, suas fotos nos levam pra um mesmo lugar. Um lugar de beleza e paz, pra onde todas nós gostaríamos de ir!

lançamento: linha praia

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A gente começou a quinta-feira com novidade. É o lançamento da linha praia, que além de ilustrar um dos momentos delícias da vida – pé na areia, barulho do mar, sol e sal – traz novidades lindonas. Pra quem é louca por biquíni, como a gente, não tem desculpa: é correr pro e-FARM ou pras lojas e garantir os favoritos!

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A gente acha que o artesanal tem tudo a ver com o clima praiano, por isso, reforçou o tricot e o crochê na linha praia também, assim como nas minicoleções de ‘O futuro será feito à mão‘. Pra quem prefere as cores clássicas, vá de azul – da cor do mar e do céu ♥ – e renove as energias. Nosso top de crochê aí de cima é desejo!

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E pra sair da rotina: quem disse que biquíni só pode ser usado na praia? A gente ama desconstruir ideias hehe e aproveita as novidades pra curtir o dia-a-dia, o domingo de sol com as amigas e ainda o pós-praia. Tá lindo o top branco de crochê com jeitinho de feito à mão e modelagem levemente amplinha (e democrática) na borda. Os acessórios complementam!

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Ainda no clima das modelagens diferenciadas e no maior estilo menina da praia: a gente ama o top com babado e estampa de folhagem. A parte de baixo com a tirinha um pouco mais grossa ajuda a equilibrar a silhueta!

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E tem mais: os tops de tricot cava reta e com inspiração tie dye deixam a praia mais colorida. Vem ver no e-FARM!

flores em movimento

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Esses dias a gente conheceu a Varanda, marca linda e delicada da Ana Attab, que cria arranjos e faz decoração floral para eventos. Ela anda circulando em sua bike turquesa pelas ruas do Rio e espalhando muita cor por aí. Sabe aqueles projetos feitos com amor? Esse definitivamente é um deles! Batemos um papinho com a Ana e viemos mostrar tudo pra vocês, vem ver!

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Conta um pouquinho sobre você e sua história!

Eu tenho 29 anos, sou natural de Presidente Prudente (São Paulo), mas me mudei para Curitiba depois de um ano de intercâmbio na Dinamarca. Em Curitiba me formei em Psicologia e logo vim para o Rio me especializar em Psicologia Junguiana e Arteterapia e, ao mesmo tempo, terminar minha formação em Yôga. Deu pra ver que sou mil e uma utilidades né? Mas na verdade tudo isso pra mim é uma coisa só – nosso corpo, nossa mente e alma estão conectados. A arte e o yoga são formas de expressão destes!

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E sua paixão por flores, como foi despertada? 

Minha amiga e fotógrafa Gabi Nehring (que faz todas as nossas fotos lindas) trabalhava com uma chef de cozinha na Antônia Bocayuva. A Maria Antônia já tinha o buffet e começou a pegar decorações de festas e a Gabi sentiu a possibilidade da parceria. Daí foi só alegria e muito trabalho. Juntas fizemos casamentos pra casais mais que especiais, trabalhamos muito na Copa do Mundo fazendo flores pra uma multinacional japonesa etc. Eu acabei me envolvendo muito mais com a parte de decoração floral, pois é algo que me encanta e me remete aos meus antepassados…

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… Muita gente me conta que a minha avó tinha um incrível cuidado com seu jardim sempre florido. A mesma coisa com minha mãe, que cada vez que vou visitá-la me chama pra ajudá-la a plantar. Uma vez ficamos juntas na fazenda semeando novas flores pro jardim, sem contar as 97 mudas frutíferas que ela plantou. Somos Terra pura – inclusive, Terra é o sobrenome da minha avó que faleceu há mais de 17 anos e é super presente na minha vida, sempre peço a proteção dela, é um guia que me ilumina!).

Quais suas flores favoritas?

Essa pergunta não se faz para uma geminiana florista hahah! Eu me encanto com as flores que não são tão comuns como protéas! Amo a perfeição das Dálias, o amarelo do girassol (minha cor preferida), a delicadeza e força de uma orquídea, e a pureza das flores do campo.

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Como surgiu a ideia de criar a Varanda? 

Eu sempre andava de bicicleta por aí carregando flores na cestinha. Pensei: por que não unir essas duas paixões? Fiz um curso de Design Floral, em São Paulo, e depois passei pra conversar com as meninas do “A Bela do Dia”, que me deram a maior força e coragem. Alguns amigos do Coletivo Imaginário, de BH, desenvolveram minha identidade visual, uma noiva que vamos fazer o casamento em abril, a Júlia Hirszam, me ajudou com o MKT, a Gabi com a fotos e a família, amigos e namorido com a maior força e amor!

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E por onde sua bike de flores deve circular? 

Pretendemos circular pela zona sul do Rio, mais especificamente em volta da Lagoa onde há ciclovias. Infelizmente, a bicicleta como mobilidade ainda é apoiada por poucos na cidade, por isso, gosto de discutir sobre esse assunto. É o meu meu de transporte e agora meu trabalho.

Você deixa a vida das pessoas mais colorida. Como está sendo a receptividade do público?

Ahhhhh essa é a melhor parte! É o que mais me encanta e me deixa feliz. Todos ficam curiosos olhando pra dento do cesto e encantados com o colorido das flores. As pessoas elogiam, suspiram e sorriem. Algumas dizem que parecem estar em outro lugar do mundo, em algum cantinho da França. Mesmo eu achando que tem total a cara do Rio; colorido, alegre e cheio de vida!

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E pra quem quer trabalhar com o que ama, mas não sabe por onde começar, ela tem a dica: ‘Atitude e coragem! Como diz minha mãe: ‘tem que ter braço’ e ser persistente. Nada é fácil e tem que lutar muito! Todo esforço vale a pena porque, afinal, você está correndo atrás do que acredita e daquilo que faz seu coração vibrar!’

Inspirador, né? Pra ficar por dentro das novidades da Varanda, é só seguir no facebook e instagram. E se quiser garantir esses arranjos lindos, aproveita que a Ana marca presença nesse evento  domingo e pelas ruas do Jardim Botânico. Vamos florir a vida!

a paixão segundo mariana

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A Clarice Lispector é uma das mulheres mais fortes e profundas da nossa literatura. A novidade é que o livro icônico dela ‘A Paixão Segundo G.H‘, publicado em 64, acaba de ganhar vida – ou quase isso: virou objeto de decoração pela Vista Alegre Atlantis, tradicional marca de porcelanas portuguesa, e foi ilustrado pela Mari Valente, artista plástica que a gente adora – e neta da Clarice.

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O lançamento faz parte da coleção ‘1+1=1‘, da Vista Alegre, onde a marca convida um autor e um artista pra interpretar sua obra. É a primeira vez que uma autora brasileira é retratada (a Clarice nasceu na Ucrânia, mas adotou nacionalidade brasileira! ♥) e a Mari trocou uma ideia com a gente sobre o processo criativo e o mergulho na intensidade literária da avó:

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“Viajei pra Portugal no ano passado e criei as peças por lá durante quatro meses. O meu processo foi bastante solitário. Esse é um livro que fala de um horror simbólico, tal como os nossos, de uma forma muita bonita. É muito difícil não se tocar, não se abalar com ele. É um fluxo de consciência, por isso não precisa entendê-lo linha por linha. Você vai sentindo ele, é uma experiência que permanece. O livro é vivo!”, conta a Mari.

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E aí, a Mari dividiu a obra em três momentos: o primeiro em preto e branco, que representa a vida comum organizada através de elementos do cotidiano; o segundo, já com a inserção de cor e com a própria imagem da Clarice apoiada por uma mão (como se, no livro, a autora buscasse a mão do leitor!); e, por fim, um terceiro momento representado por uma mulher nua tomada por uma vegetação bem primitiva e selvagem. Isso simboliza a feminilidade!

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“Desde o convite, já estava toda carne viva. Pra mim, o mais bacana foi traduzir a Clarice graficamente. Ela tem uma capacidade de ressignificar a palavra na própria palavra e pra mim a colagem faz o mesmo com a imagem. Minha vó me ensinou isso, além da influência direta sobre as questões subjetivas e femininas. Esse laço familiar… Foi tudo muito revelador pra mim, quase uma experiência de morte. Foi muito emocionante e ainda está sendo!”, conta.

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Animou com a história e quer trocar uma ideia com a Mari pessoalmente? Então aproveita que hoje rola o lançamento do projeto no Rio de Janeiro. É a partir das 20h, na Livraria Travessa, com a participação do poeta Eucanaã Ferraz. Haja coração!

sobre berlin (e o que a gente ama)

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Berlin é uma cidade cheia de surpresas e tesouros escondidos. As melhores descobertas estão, muitas vezes, invisíveis aos olhos – ainda que bem debaixo do nariz ou, no caso do Klunkerkranich, bem acima dele! As meninas do La Berlina vieram dividir as novidades que estão rolando por lá. Simbora viajar com os olhos na tela? :)

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No coração de Neukölln (bairro com a maior concentração de população turca em Berlin e, recentemente, ocupado por jovens e artistas), o shopping Neukölln Arcaden, centro comercial de pouca personalidade, não exibe nada de especial. Mas, pegando o elevador até o ultimo andar do estacionamento e subindo a rampa… Voilà! Chega-se ao Klunkerkranich – um oásis verde no alto da selva de concreto da movimentada metrópole berlinense.

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Lá no topo, o concreto dá lugar a tablados de madeira em meio a plantas e flores. A pista de dança, o bar com comidas e bebidas, os longos bancos e até o parquinho de areia proporcionam democraticamente a adultos e crianças um lugar ao sol – sempre emoldurado por uma bela vista panorâmica com a Torre de TV no fundo. DJ, sets e música ao vivo muito bem selecionados garantem o eterno clima de descontração do lugar!

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Tudo começou com cinco amigos e um sonho. O lema ‘Você precisa viver a sua mudança‘ (em alemão Du musst dein Ändern leben) – explicita a crença de que não adianta só mudar a sua vida: é preciso pôr a mudança em prática. E foi na prática que o grupo misturou suas habilidades e interesses pra ver que samba dava. Um é DJ e se responsabiliza pela programação musical, outra lidera as atividades de jardinagem, outro trouxe seus conhecimentos em marcenaria para a co-criação do mobiliário e decoração do local…. Tá aí um bom exemplo da evolução do conceito DIY (Do it Yourself ou Faça Você Mesmo) pro DIT (Do it Together ou Façamos juntos).

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Esse esforço conjunto possibilitou a construção de um refúgio urbano pra jardineiros e iniciativas locais cooperarem e trocarem experiências sobre biodiversidade, sustentabilidade, permacultura, desenho urbano e social. “A dinâmica de grupo gera um ótimo conteúdo pra todos e não importa se alguém estava na prisão, veio do Sahara ou tem cabelo verde: novas amizades são construídas em meio a vasos de planta”, diz Martinke, umas das fundadoras.

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Pra se juntar ao jardim comunitário do Klunkerkranich, é só aparecer por lá nas quartas e domingos e procurar o Gartenmeister (mestre do jardim). Do meio dia ao o pôr do sol, você pode aprender mais sobre os projetos em andamento e colaborar. Caso jardinagem não seja a sua praia, sem problemas – o Klunker é pra todos os gostos e ocasiões: clima família ou paquera, um drink com amigos ou na companhia de um livro sob o sol, vale tudo.

novidadinhas de terça

Oba! Chegaram as novidadinhas de terça pra animar o início da semana:

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– Rola no MAR, de hoje a 27 de agosto, o MAR na Academia com debates e palestras pra discutir a estética do século XXI. Somos rodeados por tanta informação e imagens, que vale a pena refletir, né? As pulseiras pra entrada são distribuídas uma hora antes do início das mesas!

– Hoje a marca de skates El Phante se junta ao Anix, mundo artístico do desenhista Gustavo Barbosa e apresenta shapes, posters e camisas que são verdadeiras obras de arte. A vernissage é hoje as 18 h, com happy hour até as 21 e 30 h. Passa lá!

– Amanhã tem nova edição da Colo de Útero, que a gente adora, com muita música e boas vibrações. Confere a programação que tá super especial!

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-Amanhã A BOLHA, nossa editora queridinha no segundo andar da Comuna, abre as portas pra mais uma edição do SOM N’A BOLHA e recebe o guitarrista Pitter Rocha com p projeto ‘Disco//Duro’. Bora animar a quarta-feira?

– Eba! Amanhã a FYI abre nova loja – do nosso ladinho ♥ –  em Ipa! Vai rolar opening com música boa, bebidinhas e comidinhas… A gente não vai perder!

– E pra fechar com chave de ouro e iniciar bem o fim de semana, sexta o MAR de Música recebe Mohandas e a Festa Tupiniquim. Começa as 18 h pra já sair do trabalho dançando :)