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acasa é sua

16.05.17

 #acasa #cohousing #crowdfunding



O “cohousing” é um movimento que nasceu na década de 1970 na Dinamarca e foi batizado pelo arquiteto Charles Durett. Bem popular nos Estados Unidos e em diversos países da Europa, as famosas comunidades urbanas começaram a ganhar força no Brasil em 2013, começando por São Paulo. No Rio, pipocaram nos últimos anos, da Zona Sul à Zona Norte, com o nome “coliving”.

Foi assim que há um ano nasceu "acasa", um coletivo, uma comunidade em formação, na qual amigos se juntaram pra viver, criar e trabalhar conjuntamente, porque acreditam que juntos podem chegar mais longe.


Economizar a grana do aluguel nunca foi a questão central. A galera tá ali experimentando o que pode vir a ser uma forma diferente de viver na cidade, com mais equilíbrio nas relações humanas e com mais sustentabilidade na relação com o planeta. Pra apoiar a gestão consensual do espaço, são estudados os conceitos da Sociocracia e do Dragon Dreaming, que visam uma organização não hierárquica, horizontal e colaborativa.
 
Dez pessoas - entre economistas, massoterapeutas, fotógrafos e produtores - dividem seu lar com um espaço de experimentação, um laboratório em constante transformação pra vivências, cursos, projetos, conversas e encontros que buscam co-criar um novo mundo. De jam session a roda de samba, acasa abriu suas portas e abrigou eventos que movimentam a arte e que integram práticas corporais, fotografia, artes plásticas e claro, muita música boa. Com o valor da entrada sempre colaborativo, o movimento fez gerar ainda mais movimento e ecoar a mensagem de cooperação. Assim, acasa foi respirando e vivendo de muitos encontros.

Depois de 1 ano de muitas histórias e aprendizados, é tempo de dar um reboot nesse ciclo. A mansão do Cosme Velho sofreu seu segundo assalto e a turma dacasa resolveu mudar de endereço, mas não de sonho. Com um prejuízo financeiro de 60 mil reais, acasa precisa recolher os cacos e se (re)construir. Pra isso, acreditam que a ajuda pra levantá-los é a ajuda pra alimentar o projeto, e impedir que ele morra. 


A (re)contrução coletiva está no ar em forma de campanha de crowdfunding no site da Benfeitoria e conta com recompensas desejo, que vão desde cortes de cabelo e aulas de stand up paddle, até sessões de massoterapia e numerologia. A contribuição é feita a partir de R$20, mas não tem preço poder participar desse sonho coletivo. Bora dar uma força?

 
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